Hipócrates (século V a.C.), considerado o “pai da medicina”, deu-nos uma pista importante: “O cérebro é o mensageiro da consciência.”
Enquanto Neurocientistas procuram explicação e evidências plausíveis com base no paradigma materialista vigente, Amit Goswami, PhD, cientista quântico, deu-nos esse insight: “O cérebro não produz a consciência, a consciência produz o cérebro.”
O Dr. Nabor Orlando Facure, ilustre pesquisador brasileiro, médico, especialista em neurologia, ex-diretor do Instituto do Cérebro de Campinas deu-nos a pista abaixo, fruto de suas pesquisas na área:
“A visão materialista da ciência de hoje não tem alcance suficiente para explicar a origem do pensamento. Não há como justificar através de circuitos neuronais nossa capacidade de aprender e criar idéias novas. A partir dos estímulos neurais como a visão ou o tato, não se compreende como o cérebro, recebendo sensações físicas é capaz de gerar percepções, criar interpretações ou processar julgamentos. São funções psíquicas extremamentes complexas para as quais a fisiologia cerebral é insuficiente para justificar. ”
“Se existe atividade mental sem atividade cerebral, então a mente não é produto do cérebro, mas algo que se manifesta através dele (um metasistema).” [Aula de Fisiologia Tridimensional no curso de pós-graduação em espiritualidade da FATO, ministrado pelo Prof. Dr. Décio Iandoli Jr, em 27/5/12, em Porto Alegre-RS]
Segundo o professor Dr. Décio, a resposta para as seguintes perguntas:
1- Como explicar a consciência? | 2- Como explicar a memória? | 3- Como explicar a percepção?
A resposta as 3 perguntas acima tem de passar, necessariamente, pelo paradigma emergente da dualidade cérebro/mente.
Num artigo publicado pela revista Veja, 27/2/12: “O livre Arbítrio não existe, dizem neurocientistas” podemos ler:
“…para cientistas como Michael Gazzaniga, coordenador do Centro para o Estudo da Mente da Universidade da Califórnia e um dos maiores expoentes da neurociência na atualidade, não existe essa diferenciação. Segundo ele, somos um só: o que é cérebro também é mente. A sensação de que existe um eu, que habita e controla o corpo, é apenas o resultado da atividade cerebral que nos engana. “Não há nenhum fantasma na máquina, nenhum material secreto que é você”, diz Gazzaniga, que, em seu mais recente livro, Who’s in Charge – Free Will and the Science of the Brain (Quem está no comando – livre-arbítrio e a ciência do cérebro, sem edição em português), esmiúça a mecânica cerebral das decisões.”
“Para o cientista cognitivo Steven Pinker, a solução talvez seja manter a ciência e moralidade como dois reinos separados. “Creio que ciência e ética são dois sistemas isolados de que as mesmas entidades fazem uso, assim como pôquer e bridge são dois jogos diferentes que usam o mesmo baralho”, escreve ele no livro Como a Mente Funciona. “O livre-arbítrio é uma idealização que torna possível o jogo da ética.”"
Lamento informar que: as questões do título desse post ainda estão em aberto, e, as respostas, sob o prima da pesquisa científica, também…








