Que bom que não há necessidade de “slow science” no conhecimento religioso alinhado com o verdadeiro conhecimento da espiritualidade de Cristo Jesus, e a Ciência de seu exemplo infalível, que não se altera ou perde a eficácia pelo passar dos anos, ou, pela evolução de outros tipos de conhecimentos. Ele está a alcance de todo o pensador e peregrino disposto a trilhar novos caminhos emergentes no olhar e saber, livre de dogmas, credos, cerimônia mortas ou a tal da profissão de fé ou proselitismo e repleto de bons frutos ao longo da jornada espiritual individual!
No âmbito do conhecimento religioso, ao invés do ”slow science” pode ser oportuno um “pega leve” no fundamentalismo, definido pelo Prof. Dr. Geremia como fé cega ou militância das verdades ‘absolutas’ do cientificismo cartesiano – onde uma teoria pode ser superada por outra ao sabor da erudição e da velocidade da produção científica global. O fundamentalismo, ateísmo e agnosticismo pretendem dividir binariamente as pessoas: em crédulas e incrédulas. Toda e qualquer segregação, separação ou exclusão nada agrega à alteridade – respeito pelas diferenças e à construção de nossa própria civilidade. A história da humanidade corrobora este fato!
A essência pura da religião, além de aproximar o homem da essência divina de seu ser, é paz interior, aproximar as pessoas, respeitando à diversidade de crenças, focada no senso comum, no bem comum, na liberdade de escolha, e no compartilhar da espiritualidade aberta e salutar ao cotidiano humano, na família, no trabalho, na escola e na vida digital. Este aproximar, este senso de coletivo, um amparando o outro, e o compartilhar as melhores práticas (bênçãos recebidas), está no cerne da razão de existir da instituição igreja. Sou um filho da igreja e sei o quanto ela desenvolve a espiritualidade e expande o pensamento – uma prova disto foi ter conseguido tirar o primeiro lugar num disputado concurso público federal há alguns anos atrás – uma conquista para a glória de Deus, onde orei ao longo da trajetória de estudos para compreender e expressar a inteligência divina, que é uma qualidade inerente ao ser.
Quem lê a expressão: “Ciência Cristã”, à primeira vista, pode indagar: como é possível conciliar ciência com religião? Tranquilize-se prezado leitor, pois é possível sim! Tudo graças à inspiração e revelação divinas de uma mulher, a pesquisadora de sistemas de curas, quando não havia uma faculdade de Medicina sequer: Mary Baker Eddy. Em 1866, ela teve um insight divino que levou-a a descobrir – a partir do que ela afirmou ser a Ciência infalível do exemplo de Jesus – que havia uma Ciência divina subjacente a todas as palavras e obras do divino Mestre, a esta Ciência do bem-estar, ela chamou de Ciência Cristã: “…a Ciência Cristã satisfaz o anseio da espécie humana por espiritualidade.” (EDDY, Ciência e Saúde p. 243)
Amo a Matemática desde menino. Aprendi numa memorável aula de Geometria Analítica no Curso de Engenharia de Energia na teoria dos cálculos vetoriais que todos e qualquer vetor encontrar-se-ão no infinito. Uau!!! Estupendo conhecimento revelado nas ciências exatas! Não aponta este conhecimento matemático a possibilidade da existência de uma única fonte de todo o bem universal, um só Criador, uma Causa única, para onde todo o bem e fonte do ser aponta? Sim, evidente que dai deriva a real evidência da existência de “… um só Pai com Sua família universal, unidos no evangelho do Amor.” (EDDY, Ciência e Saúde p. 577)





…sou muito slow…mas eu chego lá…