Dr. Amit Goswami, Ph.D, abriu evento em Gramado mencionando Eddy e a Ciência Cristã.

Com alegria e gratidão compartilho abaixo o depoimento de uma amiga, Ellen, que teve oportunidade de assistir a palestra de um dos maiores expoentes da Física Quântica, Dr. Amit Goswami Ph.D, na cidade de Gramado, no Rio Grande do Sul, nesse último fim de semana.

Depoimento de Ellen Crista da Silva, via Facebook em 02.5.12 – Cientista Cristã, tradutora e professora de Alemão:

Bom dia, Jackson! Tenho boas coisas pra contar, pois você postou nesse blog o CISQ-Conferência Internacional de Saúde Quântica e, após entrar no site e me inscrever, fui para Gramado participar!

Me interessou mais a palestra e workshop do Amit Goswami… por isso me inscrevi! E, pasme, ele ABRIU a palestra, no domingo, citando Mary Baker Eddy e a Ciência Cristã!!! E lá no meio da palestra ele mencionou a Ciência Cristã de novo. Principalmente no que diz respeito à doença ser “ilusão” *; uma vez que a Conferência girava em torno do tema “saúde”.

Foi muito, muito bom! Não sei se outros cientistas cristãos participaram. Sei que valeu a tua dica! Muito obrigada!!!

* Essa afirmação precisa ser compreendida à luz da consciência da metafísica divina, no contexto ilusório dos sentidos materiais, e, na Ciência da espiritualidade de Cristo Jesus, conforme Eddy revelou à humanidade através de sua descoberta: a Ciência Cristã. Jesus compreendia e vivenciava a totalidade divina, oposta à nulidade da matéria, e, suas manifestações enganadoras de pecado, doença e morte.
Conferência Internacional de Saúde Quântica, em Gramado-RS

Mais informações sobre a Ciência Cristã acesse: Portal Oficial Global da Ciência Cristã => http://christianscience.com

Conteúdo em português no Portal Oficial Global: http://christianscience.com/international/portugues

Mais informações sobre Mary Baker Eddy acesse a: Biblioteca Mary Baker Eddy

Para acessar uma revista, em português, que integra os períodicos fundados por Eddy, que há 129 anos, espraiam a universalidade da cura cristã acesse: O Arauto da Ciência Cristã

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Intercomunicação na construção de uma ciberconsciência receptiva à espiritualidade.

Semana passada estive envolvido com a concepção de um projeto social a ser apresentado como requisito de aprovação na cadeira de “Saúde e Espiritualidade – Aspectos Teóricos e Práticos”, ministrada pelo prof. Dr. Gilson Luiz Roberto, e que teve na aula inaugural a colaboração da profa. Dra. Marlene Nobre no curso de pós-graduação em Saúde e Espiritualidade na FATO – Faculdade Monteiro Lobato, Porto Alegre-RS.

Um esboço bem sucinto de minha proposta de projeto social na área de espiritualdiade, em Power Point intitulado: “Difusão de uma ciberconsciência anômala (*) que traspassa o paradigma vigente”. Ele foi submetido ao professor Dr. Gilson Luis Roberto e aos colegas. O projeto foi aprovado e compartilharei com os leitores dentro em breve, aqui nesse espaço. ProjetoSocial-Espiritualidade-JacksonGuterres para visualizar o a apresentação em 8 slides. Resta agora elaborar a fundamentação e justificação teóricas do projeto social na área de intercomunicação.  

(*) anômalo é um atributo do conhecimento científico usado para qualificar algo que vai de encontro ao paradigma materialista, reducionista e cartesiano vigente nas ciências colaborando assim para repensá-lo!

Rompendo as correntes do paradigma materialista Eis os espaços virtuais criados com base na plataforma comunicacional à esfera pública da Mass Self Communication – proposta por Castells – na intercomunicação, e, na plataforma aberta Web 2.0  e que estão em beta teste. 

1-Blog na plataforma WordPress: Consciência Salutar   | http://conscienciasalutar.wordpress.com

2- Twitter: @ciberconsciente

3- Página no Facebook: Ciberconsciência   |  https://www.facebook.com/pages/Ciberconsciência/139996092798671

4- Canal no YouTube: Ciberconsciência Emergente

E-mail: ciberconsciencia@gmail.com

 Você provavelmente vai curtir saber o que está sendo perguntado e dito, predito, preanunciado, denunciado por pensadores, documentaristas, jornalistas, médicos, cientistas, pesquisadores, nacionais e internacionais, que traspassa o paradigma materialista vigente e preparam o terreno da consciência para a semente da espiritualidade.

Apareça por lá e nos brinde com sua companhia e apoio no processo de construção de uma consciência receptiva à espiritualidade e sua importância no cuidado da saúde, no bem-estar, no bem viver, na qualidade de pensamento e de vida.

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Desvelando o assédio moral com Marie-France Hirigoyen que palestrou em Porto Alegre.

Assédio moral no trabalho é uma mazela social no âmbito profissional, sutil e velada, que ainda gera dúvidas. Entretanto, seus efeitos nefastos tem sido sentido por aqueles profissionais que ainda não tem uma noção de como enfrentá-lo, e, de como procurar os seus direitos no Poder Judiciário. Entretanto, na esteira dos problemas de tipificação, despreparo de agentes da lei e dificuldade de produzir provas,  cresce no país jurisprudência a respeito na Justiça do Trabalho, e, aumenta o número de casos ganhos!

Para ajudar a desvelar um pouco esse mal deliberado, intencional, agressivo, sutil e hostil de como detonar um colega de trabalho, compartilho alguns registros da palestra realizada por uma das maiores especialista no assunto, a psiquiatra, psicanalista, psicoterapeuta familiar e professora da Universidade de Paris, Marie-France Hirigoyen, que deu uma conferência à convite do Tribunal Regional do Trabalho, da 4ª Região, no dia 20 de abril, em Porto Alegre. Os parágrafos abaixo são transcrição de parte do conteúdo de uma notícia do evento:

Em sua conferência, a especialista explicou que o assédio moral insere-se no grupo dos chamados riscos psicossociais. Ela elaborou uma definição própria sobre o assunto, segundo a qual o assédio moral constitui-se em estratégias ou comportamentos perversos que visam ao ponto fraco de uma pessoa e com o objetivo desestabilizá-la. Trata-se de uma agressão sutil e progressiva, muito difícil de provar e favorecida pela solidão da vítima e apoio social precário. De acordo com a psiquiatra, o assédio moral forma-se a partir de três componentes: o agressor, o alvo e o contexto em que a prática ocorre.

Conforme a psicanalista, existem quatro tipos de condutas hostis caracterizadoras de assédio moral. A primeira consiste em pequenas agressões reiteradas, cujo acúmulo causa o trauma. A francesa recorreu a um exemplo oferecido por Santo Agostinho para ilustrar esse aspecto: “Um leão pode matar um homem com apenas uma mordida, mas se este homem for jogado em um buraco com muitas pulgas, também será morto, só que mais demoradamente”. Outra conduta identificada pela especialista é o isolamento e a recusa de comunicação. “Eu tive um paciente que disse se sentir transparente, porque ninguém falava com ele”, afirmou Marie-France. “É muito difícil aguentar a falta de identidade, a falta de existência no cotidiano”, explicou.

A terceira conduta hostil relacionada ao assédio moral é chamada pela psiquiatra de “atentado às condições de trabalho”. As pessoas, neste caso, são impedidas de exercer com competência suas atribuições. Segundo ela, as vítimas de assédio moral não são preguiçosas: pelo contrário, investem muito no seu trabalho e por esse motivo incomodam. “O objetivo do assédio é sempre se livrar de alguém que incomoda”, salientou a francesa, que citou o atentado à dignidade da pessoa como quarta prática configuradora de assédio moral: trata-se do registro da humilhação e da degradação da vítima, que deixará sequelas muitas vezes definitivas. No limite, explicou a especialista, essas práticas levam à violência física propriamente dita.

A quarta conduta hostil relacionada ao assédio moral é chamada pela psiquiatra de “atentado às condições de trabalho”. As pessoas, neste caso, são impedidas de exercer com competência suas atribuições. Segundo ela, as vítimas de assédio moral não são preguiçosas: pelo contrário, investem muito no seu trabalho e por esse motivo incomodam. “O objetivo do assédio é sempre se livrar de alguém que incomoda”, salientou a francesa, que citou o atentado à dignidade da pessoa como quarta prática configuradora de assédio moral: trata-se do registro da humilhação e da degradação da vítima, que deixará sequelas muitas vezes definitivas. No limite, explicou a especialista, essas práticas levam à violência física propriamente dita.

Marie-France fez questão de salientar que o assédio moral não faz distinção de classe social ou nível cultural. “Eu costumo dizer que se ocorresse só com mulheres desfavorecidas, ninguém falaria em assédio. Mas ocorre com homens e mulheres de todas as classes, talvez até mais com executivos em altos cargos e então falamos nele”, afirmou. O que varia, diz a especialista, é a visibilidade do problema: em ambientes de trabalho mais simples, como a área da produção nas fábricas, o assédio é mais visível, por meio de agressões verbais, zombarias, entre outros. “Quando subimos na hierarquia vemos atos muito mais sutis, como a contestação de decisões, recusas, críticas, atentados à reputação, elementos muito mais difíceis de serem identificados”, avaliou.

Quanto à origem do problema, a psicanalista identifica duas “fontes” de assédio moral. A primeira delas é o assédio moral institucional, quando a empresa adota estratégias que visam excluir determinados trabalhadores os quais considera indesejados, como pessoas idosas, mulheres gestantes, líderes sindicais, dentre outros. Essas práticas deliberadas de gestão são chamadas pela professora de assédio moral coletivo. Já o assédio moral individual consiste na recusa da alteridade, ou seja, na recusa do outro enquanto outro. “No mundo do trabalho procuram-se clones, aquele que não pensa igual a nós deve ser eliminado”, explicou a francesa. “Tem um ditado japonês que diz que todo prego que se sobressai encontra um martelo”, ilustrou.

Como prevenção à conduta do assédio moral, Marie-France sugere que se reintroduza a dimensão humana das pessoas, ou seja, que se admitam fragilidades, fraquezas, que as pessoas não sejam consideradas como robôs que não cansam e que não podem demonstrar irritação ou tristeza. Por outro lado, as empresas precisam se comunicar com seus trabalhadores, porque a ausência de comunicação quanto à estratégia organizacional leva a um mal-estar difícil de aguentar. Ela ainda sugere que se reintroduzam os conflitos no mundo do trabalho. “Com conflito as pessoas podem pelo menos conversar, discordar, expor sua opinião. Hoje ninguém mais conversa durante o cafezinho”, ressaltou a psiquiatra. É preciso, por último, segundo ela, recuperar o sentido do trabalho e o seu reconhecimento, e acabar com o elitismo do alto desempenho nas empresas. “É preciso, enfim, admitir todas as fragilidades e tudo que isso implica”, concluiu.

Gratíssimo ao TRT 4ª Região, a Escola Judicial e ao primoroso trabalho da Assessoria de Comunicação no compartilhar algumas ideias do evento, na esfera pública. Em especial, gratíssimo à doutora Marie-France por sua dedicação e gentileza em compartilhar seu precioso conhecimento conosco! Volte sempre que puder!

Fonte: Portal TRT 4ª Região   | Imagens acima: Assessoria Comunicação TRT4ªRegião

Sugestão de Leitura:

Assédio Moral aprenda quando ele acontece – Jornal O Diário |miniatura da imagem ao lado é do artigo do jornal

Assédio moral: casos dobram – Diário Gaúcho 24/4/12

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A harmonia nas coisas.

 Ovidio Trentini – ambientalista.

Cientistas modernos estão cada vez mais convencidos de que há uma influência virtual —isto é, não material — na harmonia das coisas que nos rodeiam. Cito como exemplo a resposta de plantas cercadas de carinho pelas pessoas que as cuidam. São sempre viçosas e parecem irradiar alegria. As cuidadoras que lhes falam amorosamente obtêm flores maravilhosas. Será que a plantas ouvem o que as pessoas dizem? Lógico que não! Elas não têm o sentido da audição. As plantas reagem favoravelmente à atmosfera de amor e harmonia que as circunda.

Um cientista japonês fazia exercícios com a água. Depois de dirigir palavras ao recipiente  da água, ele a congelou e examinou ao microscópio as moléculas cristalizadas da água. Quando as palavras eram amorosas, os cristais apresentaram um ordenamento harmonioso.

Quando as palavras dirigidas eram raivosas, os cristais apresentaram um estado caótico e desordenado. A única diferença original entre os cristais examinados, foi a harmonia ou desarmonia irradiadas pelo cientista. As moléculas de água com toda certeza não ouviram as palavras proferidas pelo cientista, mas houve uma causa diferenciada para o resultado.

Resultado idêntico o cientista obteve submetendo o recipiente de água a diferentes tipos de música. Música bonita e inspiradora gerou cristais harmoniosos. Música pesada (tipo heavy metal) produziu cristais desarmoniosos. O que podemos auferir desses experimentos?

Uma conclusão é que a harmonia que irradiamos mental e emocionalmente aparece no mundo e no universo. Somos como um grão de fermento no universo. Esta condição nos alenta a manter nossa harmonia em sintonia com a harmonia celestial ou divina, para assim abençoar nosso ambiente. Vemos também que cada um tem uma enorme responsabilidade no universo, por ser um gerador de harmonia.

Uma célebre pensadora cristã do Século XIX, Mary Baker Eddy, disse que nós “abençoamos a todos [e a tudo] sobre quem recaem nossos pensamentos de amor”.

.o0o.

(*) Colaboração de Ovídio Trentini – Panambi -RS | Assistente do Comitê de Publicação da Ciência Cristã | Membro Conselho do Meio Ambiente, Arpa-Fiúza, Rotary, Comitê Rio Ijuí | Membro fundador da Primeira Igreja de Cristo, Cientista, Porto Alegre-RS | Membro de A Igreja Mãe, Boston, MA, EUA |  E-mail: o.e.trentini@express.com.br
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II FÓRUM de ESPIRITUALIDADE e SAÚDE: buscando evidências. (HCPA – Joint Comission)

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